Em Junho de 2009, realizou-se uma intervenção de segurança que teve como objetivo a reconstrução e aumento das vedações, aumentando-se a zona vedada, e consequentemente, a segurança do local.

A fase 1 da empreitada de recuperação ambiental iniciou-se em 2020 e tem como principais atividades a realização de trabalhos de demolição das lagoas de decantação e edifício de monitorização existentes e construção de bacia e célula para depósito de resíduos temporárias, condutas, drenagens, intervenções várias na lagoa de águas limpas e na corta (vedação, caminhos, drenagens, bombagem), limpeza e regularização de linha de água e solos contaminados, reativação da antiga ETAM e instalação de equipamentos de monitorização.

O investimento realizado é co-financiado pelo Fundo de Coesão e irá permitir resolver os passivos ambientais resultantes da exploração mineira neste local, trazendo benefícios para as populações locais, através da melhoria das condições atuais e utilização das áreas recuperadas para outros usos.

Esta área mineira foi objeto de uma intervenção de segurança em 2009, na qual foram retificadas e pintadas as vedações existentes que tinham sido vandalizadas.

Em 2019, foi dado início à recuperação ambiental desta mina, em conjunto com as de Picoto e Canto do Lagar.

Os objetivos para esta área mineira passam por garantir:

  • A reposição da morfologia do local, através de modelação topográfica das escombreiras de estéreis e de minério pobre;
  • A obtenção de condições de segurança adequadas, dependentes de uma estabilidade geomecânica dos taludes e da eliminação da corta a céu aberto;
  • Um melhor controlo dos processos erosivos e a integração paisagística da área intervencionada, com a redução substancial dos impactes visuais atualmente verificados.

Com a realização dos trabalhos de recuperação ambiental das antigas áreas mineiras de Ribeira do Bôco, Picoto e Canto do Lagar conseguiram-se atingir os objetivos inicialmente propostos, tendo sido confinados todos os materiais de escombreiras que se encontravam dispersos pelas antigas áreas mineiras, assegurando a sua proteção mediante a construção de um sistema de cobertura, com consequente resultado direto na redução da exposição a radiações ionizantes para as pessoas e para o ambiente, eliminando os riscos de segurança e minimizando a contaminação de águas superficiais e subterrâneas resultante da antiga exploração mineira e contribuindo para uma renaturalização e integração paisagística da área intervencionada.

O investimento realizado foi co-financiado pelo Fundo de Coesão e permitiu resolver os passivos ambientais resultantes da exploração mineira neste local, trazendo benefícios para as populações locais, através da melhoria das condições atuais e utilização das áreas recuperadas para outros usos.

Esta antiga área mineira foi objeto de duas intervenções de segurança, a primeira em 2009 que consistiu na selagem de duas galerias em flanco de encosta bem como do poço mestre, e a segunda em 2011 para colocação e reparação de vedações.

Em 2019, foi dado início à recuperação ambiental desta mina, em conjunto com as de Ribeira do Bôco e Canto do Lagar.

Os objetivos para esta área mineira passaram por garantir:

  • A remoção faseada das escombreiras e áreas de limpeza adjacentes e subjacentes para as cortas CA1 e CA2;
  • A cobertura do céu aberto CA1;
  • A modelação das áreas saneadas e recuperação paisagística;
  • A selagem e colocação de vedação nos poços e galerias.

Com a realização dos trabalhos de recuperação ambiental das antigas áreas mineiras de Ribeira do Bôco, Picoto e Canto do Lagar conseguiram-se atingir os objetivos inicialmente propostos, tendo sido confinados todos os materiais de escombreiras que se encontravam dispersos pelas antigas áreas mineiras, assegurando a sua proteção mediante a construção de um sistema de cobertura, com consequente resultado direto na redução da exposição a radiações ionizantes para as pessoas e para o ambiente, eliminando os riscos de segurança e minimizando a contaminação de águas superficiais e subterrâneas resultante da antiga exploração mineira e contribuindo para uma renaturalização e integração paisagística da área intervencionada.

O investimento realizado foi co-financiado pelo Fundo de Coesão e permitiu resolver os passivos ambientais resultantes da exploração mineira neste local, trazendo benefícios para as populações locais, através da melhoria das condições atuais e utilização das áreas recuperadas para outros usos.

Esta antiga área mineira foi objeto de uma intervenção de segurança em 2009 que consistiu na implementação de vedação na zona da escombreira.

Em 2019, foi dado início à empreitada de recuperação ambiental desta mina, em conjunto com as de Ribeira do Bôco e Picoto.

Os objetivos para esta área mineira passam por garantir:

  • A modelação topográfica das escombreiras de estéreis e de minério pobre;
  • As condições de segurança adequadas, dependentes de uma estabilidade geomecânica dos taludes e do correto controlo de assentamentos e;
  • A integração paisagística da área intervencionada.

Com a realização dos trabalhos de recuperação ambiental das antigas áreas mineiras de Ribeira do Bôco, Picoto e Canto do Lagar conseguiram-se atingir os objetivos inicialmente propostos, tendo sido confinados todos os materiais de escombreiras que se encontravam dispersos pelas antigas áreas mineiras, assegurando a sua proteção mediante a construção de um sistema de cobertura, com consequente resultado direto na redução da exposição a radiações ionizantes para as pessoas e para o ambiente, eliminando os riscos de segurança e minimizando a contaminação de águas superficiais e subterrâneas resultante da antiga exploração mineira e contribuindo para uma renaturalização e integração paisagística da área intervencionada.

O investimento realizado foi co-financiado pelo Fundo de Coesão e permitiu resolver os passivos ambientais resultantes da exploração mineira neste local, trazendo benefícios para as populações locais, através da melhoria das condições atuais e utilização das áreas recuperadas para outros usos.

A empreitada de remediação ambiental da mina do Prado Velho, a qual incluiu também a mina do Forte Velho e a Antiga Fábrica de Rádio do Barracão, consistiu nas seguintes atividades principais:

  • Preparação da corta para aterro;
  • Total enchimento da corta com materiais das escombreiras envolventes;
  • Criação de célula de deposição confinada para materiais provenientes de outras minas e de materiais resultantes da descontaminação da área da Antiga Fábrica do Barracão (total de 255.000 m3);
  • Manutenção de espelho de água no interior da corta, com capacidade total de 18.000 m3;
  • Recuperação paisagística.

O volume total de solos locais que foram transportados para o depósito confinado criado na corta, é da ordem dos 209.904 m3, a que se somaram cerca de 2.200 m3 de materiais de demolições de estruturas/ruínas de alvenaria de pedra, tijolo e betão, provenientes do Prado Velho, Forte Velho e Fábrica do Barracão, os quais foram britados no Prado Velho em unidade de britagem móvel. Àquele volume, acresceram cerca de 50.000 m3 de materiais provenientes de outras minas e cerca de 21.500 m3 devidos à selagem superficial (argila+brita+solo+terra vegetal). Na corta, ficaram acondicionados cerca de 255.000 m3.

A área total de ocupação da deposição de material é de 14.200 m2. A altura acima do terreno, após selagem, varia entre 3 e 5 m, registando-se o maior valor na extremidade norte.

Esta empreitada foi adjudicada à Oliveiras Empreiteiros, S.A. por 3.159.628,58 € (incluindo Forte Velho e Antiga Fábrica de Rádio do Barracão) e teve a duração de 238 dias.

O investimento realizado com esta intervenção foi co-financiado pelo Fundo de Coesão e permitiu atingir os objetivos propostos para estas antigas áreas mineiras, permitindo alcançar redução dos riscos de segurança, dos riscos ambientais e radiológicos e, simultaneamente, uma melhoria da paisagem envolvente, além da recuperação de áreas que antes se encontravam inutilizadas pela deposição de escombreiras associadas à atividade mineira, e que hoje poderão ser utilizadas para outros fins.

A antiga área mineira do Lousal foi objeto de duas grandes intervenções de recuperação ambiental.

A primeira, em 2010/2011, consistiu na modelação e preparação do aterro de pirite, impermeabilização vertical da Zona da Barragem, drenagem de águas com a construção de valetas de recolha de águas pluviais e de recolha de águas lixiviantes, sistema de tratamento de águas ácidas, com a construção de pantanais, localizados a jusante das células de cementação; construção de vedações e percursos pedonais; colocação de terras vegetais; modelação da pilha de estéreis e selagem de galeria. Esta empreitada foi adjudicada ao consórcio Tecnovia – Sociedade de Empreitadas, S.A. / LTO – Lavouras e Terraplenagens do Oeste, Lda. por 1.801.253,20 € e teve duração de 365 dias.

A segunda, em 2014/2015, consistiu na selagem de poços e galerias; execução de canal de lixiviados e de arejamento; barragens de evapotranspiração; instalação de vedações e sinalização de segurança; construção de pantanais (wetlands) e canais de arejamento; instalação de vedações e sinalização das wetlands; construção de pantanais de ribeira; revegetação e, por fim, a implementação de um plano de vigilância, controlo e monitorização. Esta empreitada foi adjudicada à FR3E – Energia e Novas Oportunidades, Lda. por 1.803.959,81 € e teve a duração de 365 dias.

Os investimentos realizados foram co-financiados pelo Fundo de Coesão e permitiram resolver os passivos ambientais resultantes da exploração mineira neste local, trazendo benefícios para as populações locais, através da melhoria das condições atuais e utilização das áreas recuperadas para outros usos.

A empreitada de remediação ambiental realizada nesta área mineira ocorreu em 2015 e foram efetuadas as seguintes atividades principais:

  • Regularização do acesso à área mineira;
  • Preparação da corta (estabilização dos taludes, regularização da base e criação de rampa de acesso) para receção dos materiais de escombreira;
  • Tratamento dos materiais contaminados no interior da área mineira (22.216 m3) através do seu confinamento num depósito final;
  • Execução do sistema de selagem do depósito, para impermeabilização do mesmo;
  • Preservação de parte da corta enquanto ponto de reserva de água para efeitos de rega, com volume livre de água superior a 8.000 m3;
  • Modelação final das áreas saneadas;
  • Reposição dos solos excedentes da modelação sobre outras áreas intervencionadas, nomeadamente na zona do estaleiro, na zona agrícola (melhorando as condições para esta prática) e noutras áreas adjacentes, promovendo uma melhor adaptação à topografia nas zonas limites de intervenção;
  • Integração paisagística das áreas intervencionadas, incluindo a beneficiação de caminhos, a substituição da vedação da corta, a implementação de um plano de sementeira e de plantações com recurso a espécies autóctones e a concretização do plano de sinalética.

Esta empreitada foi adjudicada à Sociedade de Construções Elimur, Lda. por 295.000,00 € e teve a duração de 90 dias.

O investimento realizado foi co-financiado pelos Fundos de Coesão e permitiu resolver os passivos ambientais resultantes da exploração mineira neste local, trazendo benefícios para as populações locais, através da melhoria das condições atuais e utilização das áreas recuperadas para outros usos.

A obra de remediação ambiental da mina do Forte Velho, incluída na do Prado Velho e da Antiga Fábrica de Rádio do Barracão, consistiu nas seguintes atividades principais:

  • Demolição e remoção de escombros de antigos edifícios e eiras de lixiviação para depósito confinado;
  • Remoção de escombreiras para depósito confinado;
  • Limpeza e remoção de materiais superficiais contaminados para o depósito confinado no Prado Velho;
  • Selagem e colocação de vedação nos poços de exploração mineira e galerias;
  • Modelação da área e recuperação paisagística.

Esta empreitada foi adjudicada à Oliveiras Empreiteiros, S.A. por 3.159.628,58 € (incluindo Prado Velho e Antiga Fábrica de Rádio do Barracão) e teve a duração de 238 dias.

O investimento realizado com esta intervenção foi co-financiado pelo Fundo de Coesão e permitiu atingir os objetivos propostos para estas antigas áreas mineiras, permitindo alcançar redução dos riscos de segurança, dos riscos ambientais e radiológicos e, simultaneamente, uma melhoria da paisagem envolvente, além da recuperação de áreas que antes se encontravam inutilizadas pela deposição de escombreiras associadas à atividade mineira, e que hoje poderão ser utilizadas para outros fins.

A empreitada de remediação ambiental da Antiga Fábrica de Rádio do Barracão, incluída na do Prado Velho e Ferro Velho, consistiu nas seguintes atividades principais:

  • Trabalhos prévios, incluindo a remoção de escombros de antigo edifícios e instalações industriais para o Prado Velho;
  • Remoção de materiais contaminados para o depósito confinado no Prado Velho;
  • Limpeza e remoção de solos subjacentes eventualmente contaminados para o depósito confinado no Prado Velho;
  • Recuperação paisagística.

Esta empreitada foi adjudicada à Oliveiras Empreiteiros, S.A. por 3.159.628,58 € (incluindo Prado Velho e Ferro Velho) e teve a duração de 238 dias.

O investimento realizado com esta intervenção foi co-financiado pelo Fundo de Coesão e permitiu atingir os objetivos propostos para estas antigas áreas mineiras, permitindo alcançar redução dos riscos de segurança, dos riscos ambientais e radiológicos e, simultaneamente, uma melhoria da paisagem envolvente, além da recuperação de áreas que antes se encontravam inutilizadas pela deposição de escombreiras associadas à atividade mineira, e que hoje poderão ser utilizadas para outros fins.

A obra de remediação ambiental da área mineira da Freixiosa consistiu nas seguintes atividades principais:

  • Vedação e desmatação das áreas de intervenção (Sul e Norte);
  • Demolição das estruturas existentes (edificações e maciços);
  • Remoção dos materiais de escombreira e dos solos contaminados adjacentes para a antiga área mineira da Quinta do Bispo;
  • Cobertura com solos areno-siltosos das áreas saneadas em espessura variável, de acordo com o mapa de escavação e aterro (zona Norte) e, na zona sul, nas quais foram identificados valores de radiometria superiores a 250 cps (choques por segundo) na espessura média de 0,50 m, de modo a garantir a atenuação da radiação para valores inferiores a 250 cps;
  • Limpeza e regularização da linha de água a jusante da galeria, com transporte de todos os materiais para a antiga área mineira da Quinta do Bispo;
  • Execução de um sistema de tratamento da água da exsurgência na zona Norte, próximo do antigo céu aberto recuperado;
  • Selagem de poços;
  • Recuperação paisagística, que consistiu na implementação de planos de sementeira/plantações e de sinalética (promotores respetivamente da redução do efeito erosivo nas áreas intervencionadas, com integração na paisagem envolvente, e da manutenção da memória mineira no local).

Esta empreitada foi adjudicada à Construtora Abrantina, S.A. por 368.995,82 € e teve a duração de 90 dias.

Os investimentos realizados foram co-financiados pelo Fundo de Coesão e permitiram resolver os passivos ambientais resultantes da exploração mineira neste local, trazendo benefícios para as populações locais, através da melhoria das condições atuais e utilização das áreas recuperadas para outros usos.

A obra de remediação ambiental da antiga área mineira da Cunha Baixa, a qual incluiu Valdante, consistiu nas seguintes atividades principais:

  • Impedir a comunicação hídrica que existia entre o céu aberto I e a parte subterrânea da mina, promovendo-se a diminuição do caudal de água contaminada afluente do céu aberto I;
  • Eliminar o potencial de reatividade, diminuir significativamente os níveis de radiometria e controlar a dispersão geoquímica e hidroquímica associada aos depósitos existentes, quer de materiais de escombreira mais enriquecidos, quer de antigas lamas de tratamento;
  • Diminuir a emanação e consequente dispersão de gás radão para a atmosfera;
  • Otimizar as estruturas e processos associados ao controlo e ao tratamento dos efluentes ácidos;
  • Garantir a estabilidade dos taludes da escombreira mais volumosa (E1);
  • Controlar o escoamento superficial em todo o perímetro da área mineira, no sentido de se diminuírem fenómenos de erosão ravinosa e afluências descontroladas de águas pluviais à zona dos 4 céus abertos existentes (I, II, III e IV);
  • Melhorar as condições gerais de segurança para pessoas e animais;
  • Integrar paisagística e ecologicamente toda a área diretamente afetada pela atividade mineira, bem como as zonas situadas na vizinhança imediata;
  • Tratar as áreas contaminadas com solos agrícolas e;
  • Promover a irrigação a jusante de áreas com aproveitamento agrícola com águas de adequada qualidade.

Esta empreitada foi adjudicada à Empreigalde – Engenharia e Construção, S.A. por 4.611.523,66 € e teve a duração de 540 dias.

O investimento realizado foi co-financiado pelo Fundo de Coesão e permitiu resolver os passivos ambientais resultantes da exploração mineira neste local, trazendo benefícios para as populações locais, através da melhoria das condições atuais e utilização das áreas recuperadas para outros usos.

A obra de recuperação ambiental desta antiga área mineira consistiu nas seguintes atividades principais:

  • Limpeza e remoção de materiais provenientes da exploração, depositando-os de forma controlada em local adequado, por forma a evitar a sua dispersão e proteger o meio hídrico envolvente;
  • Construção de vedações periféricas, colocação de sinalização adequada e estabelecimento de restrições de utilização aos espaços selados;
  • Revestimento com camadas de terra drenantes e estáveis, de espessura definida, capazes de evitarem a dispersão dos depósitos de escombreira através dos processos erosivos eólicos e de arrastamento;
  • Estabilização de taludes através da modelação superficial dos aterros;
  • Implantação de um sistema de drenagem superficial perimetral e interno;
  • Integração paisagística da área que passa pelo ajustamento da modelação dos aterros à morfologia do local e ainda pela execução de revestimentos herbáceos e arbóreo-arbustivos de espécies compatíveis com as condições naturais e com as restantes ações de reabilitação ambiental;
  • Implementação de um plano de manutenção, monitorização e controlo ambiental.

Esta empreitada foi adjudicada à Irmãos Almeida Cabral, Lda. por 454.450,98 € e teve a duração de 243 dias.

Os investimentos realizados foram co-financiados pelo Programa Operacional Temático da Valorização do Território (POVT) no âmbito do QREN e permitiram resolver os passivos ambientais resultantes da exploração mineira neste local, trazendo benefícios para as populações locais, através da melhoria das condições atuais e utilização das áreas recuperadas para outros usos.

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